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Principais tendências para o mercado financeiro no Brasil e no Mundo – LbS

O Mercado financeiro é um dos principais pilares que lidamos diariamente, seja em ações pessoais como orçamentando os custos da casa e consumo pessoal, ou empreendendo com todos os fatores que são indispensáveis para ter uma estabilidade financeira dentro de um negócio. Por este motivo, acredito que a educação financeira e todos os seus benefícios e obrigações, deveria ser uma matéria escolar obrigatória nas escolas públicas.

Afinal, trata-se do núcleo de tudo, toda a estrutura mercadológica, composta por indústrias, varejos e por milhões de micro empreendedores individuais e pessoas comuns, como eu e você. E o mais interessante, é que compreender as mudanças no mercado financeiro nos últimos anos, é uma verdadeira aventura. Afinal, um olhar antenado pode facilmente capturar oportunidades pouco ou verdadeiramente inexploradas.

E é dessa brecha que pode surgir algo novo para você e para milhões de empreendimentos nos próximos anos. Afinal, é esse o poder da transformação digital, um movimento que não nos cansamos de ver novidades e inovações que visam melhorar cada vez mais a vida dos usuários. E nessa “redação” vamos abordar as principais tendências para o mercado financeiro no Brasil e em especial no mundo. Por LbS.

Entendendo melhor o mercado financeiro

Em economia, o mercado financeiro é o ambiente onde ocorre a negociação de ativos — como títulos, moedas, ações, derivativos, mercadorias, commodities entre outros bens e ativos com algum valor financeiro.

Normalmente cada país possui o seu próprio ambiente financeiro, o que obviamente, geralmente, não é restrito somente à negociação de valores oriundos do seu mercado interno.

A Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), em conjunto com os mercados cambiais, são um dos maiores representantes dos mercados financeiros do planeta. Neles, são negociados trilhões de dólares diariamente.

No mercado financeiro brasileiro, esse mesmo papel é cumprido pela B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, cujo principal índice é o Ibovespa.

Como explicamos, o mercado financeiro possibilita o encontro entre investidores e tomadores. Ou seja, ele dá fluxo para os recursos financeiros. As instituições do mercado proporcionam que os emissores e tomadores não precisem “se encontrar” para negociar os ativos.

As negociações são feitas em ambientes seguros e intermediadas por agentes do mercado, como corretoras de valores.

Por exemplo, se você quiser investir em ações da Petrobras (PETR4), não precisa procurar a empresa diretamente. Basta abrir conta em uma corretora de confiança, como a BB Investimentos, acessar o home broker e escolher as ações da empresa.

Ou seja, você emprestará seu dinheiro para a Petrobras sem precisar ter contato direto com a empresa. Em troca, a empresa irá dividir os lucros com os investidores. Além disso, as ações podem se valorizar e você pode ganhar dinheiro.

Geração Z com novos hábitos e consumo excessivo

No caso da “Geração Z”, que basicamente são as pessoas que cresceram em um mundo com conexão a internet e todas as mordomias que a tecnologia proporciona em nosso dia-a-dia. Essa nova geração, tem mais facilidade em executar atividades através do celular, e não são tão acostumadas à enfrentar filas de bancos para realizar transações ou realizar qualquer tipo de pagamento.

Com isso, os bancos e entidades econômicas foram obrigadas a adaptar-se as condições da nova geração, e conquistar a maior carteira de clientes em comparação a concorrência ou ano anterior. E tudo isso, é considerado com as inúmeras facilidades que os bancos hoje podem oferecer como:

  • Abrir conta bancária sem precisar sair de casa, tudo via smartphone.
  • Realizar transferências bancárias e pagamentos via internet banking.
  • Investir em fundos, ações e títulos sem auxilio de corretoras de investimentos.
  • Pedir empréstimos ou falar com suporte 100% online, sem necessidade de ir a uma agência.

E além desses benefícios básicos, os bancos não param de se atualizar, para atender com mais facilidades e mimos essa nova geração.

Principais Tendências do Mercado Financeiro

Mapeamos algumas das principais tendências do mercado financeiro. Neste conteúdo, destrinchamos tudo para você ficar por dentro do que a transformação digital prepara em termos de serviços financeiros, o que já temos de inovação neste mercado e o que já podemos esperar para o futuro.

As principais tendências do mercado financeiro são uma resposta direta ao próprio público consumidor, que se tornou mais exigente e que também viu uma série de mudanças impactarem a forma com que lidam e cuidam das suas finanças.

Com a pandemia do Covid-19, os consumidores se viram de mãos atadas diante de uma situação claustrofóbica — em todos os sentidos: pessoal, social, corporativo e financeiro.

No entanto, é em cenários como esse que a inovação prova o seu valor.

Por isso, 2020 marcou a virada real de vários setores do mercado para o digital, uma onda que já vinha acontecendo, mas precisou ser acelerada no último ano.

Para os consumidores, isso foi muito além da simples introdução do pagamento digital ao seu dia a dia, mas sim impactou sua forma de consumir e interagir com as marcas.

As empresas, por sua vez, se viram diante de múltiplos desafios:

  • Como cumprir com as novas expectativas e necessidades dos clientes?
  • Como suprimir custos em busca de uma saúde financeira estável?
  • Como reinventar a própria gestão, inovando na forma de conduzir os processos financeiros — que, de repente, se tornaram digitais e descentralizados?
  • Como, afinal de contas, arranjar dinheiro para arcar com tudo isso?

Bancos, instituições financeiras e demais investidores de repente se posicionaram de maneira inovadora no mercado, com soluções personalizadas e acesso a crédito mais rapidamente.

Felizmente, o mercado financeiro mostrou sinais de evolução.

Com auxílio da tecnologia e avanços em relação a descentralização, houve espaço para o surgimento de novos players — ou seja, novas soluções, novos serviços e novos valores a serem compartilhados.

Entre as principais tendências do mercado financeiro que surgiram amparados por esse movimento, citamos 3:

  • Tendência 1: Descentralização do mercado financeiro
  • Tendência 2: Fintechs, Techfins e o acesso simplificado ao crédito
  • Tendência 3: A ascensão do Dark Analytics

Tendência 1: Descentralização do mercado financeiro

A descentralização é um movimento de desconstrução de um conceito antigo do setor financeiro.

Sem as altas e robustas barreiras de bancos e instituições tradicionais, e impulsionadas pela tecnologia, empresas como techfins podem surgir no mercado e oferecer serviços e soluções mais flexíveis, acessíveis e baratas às empresas.

Tendência 2: Fintechs, Techfins e o acesso simplificado ao crédito

Não é de hoje que fintechs e techfins atraem os olhos do mercado.

Mesmo com a regulamentação, esse tipo de empresa não para de crescer no cenário brasileiro.

De acordo com o relatório do Distrito, o volume de negociações para investir em fintechs brasileiras cresceu de 22 deals em 2015 para incríveis 64 em 2019. Ao todo, foram mais de US$ 2,4 bilhões investidos.

Tamanha capacidade e a confiança do mercado e dos consumidores possibilitou que techfins e fintechs surgissem como opção para acesso simplificado ao crédito.

Um movimento ousado, mas que já começa a beneficiar incontáveis empresas por todo Brasil, capacitando investimentos e o pagamento de dívidas.

Tendência 3: A ascensão do Dark Analytics

Agora, muito além da tecnologia, vem os dados. Eles são o motor da transformação digital do mercado financeiro.

O Dark Analytics é o termo que se refere à análise aprofundada e minuciosa dos dados dos consumidores.

Por meio da sua coleta, armazenamento, categorização, análise e processamento, é possível entender de maneira mais assertiva como agir e quais serviços oferecer.

É desse modo que as empresas que mais se destacam no novo mercado financeiro oferecem soluções tão inovadoras e pontuais, perfeitas para atender às principais necessidades atuais das empresas.

O que são as Techfins e como elas atuam no mercado financeiro?

Durante este conteúdo, falamos bastante sobre o papel das techfins na revolução do mercado financeiro, mas você sabe o que são essas empresas?

O nome até lembra as “fintechs”, mas não se engane: techfins e fintechs são bem diferentes.

As techfins são empresas de tecnologia que realizam serviços personalizados e criam soluções financeiras sob medida para empresas, independente do porte ou segmento.

O objetivo das techfins é ajudar empresas a superarem desafios gerenciais, aliando inovação e tecnologia para desatar os nós que complicam sua gestão financeira.

Tendências de criptomoedas no Brasil e no Mundo

Durante abril de 2021, na América Latina as principais redes sociais do mundo registraram 95 mil menções em relação às exchanges: mais de 90% foram realizadas pelo Twitter e representam um incremento de 30% em comparação ao mês anterior.

Segundo Eduardo Carneiro, diretor geral, o interesse pelas criptomoedas é consequência da nova revolução tecnológica e econômica que trouxe o conceito do blockchain.

A tecnologia garante um controle descentralizado e livre de intermediações, possibilitando também a redução de custos e de tempo nas transações em comparação com outros sistemas de investimentos.

No Brasil, mesmo com queda de 41% no segundo trimestre, o bitcoin foi apontado como o melhor investimento no País no semestre. A criptomoeda foi o único ativo a superar o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M), que subiu 15% no primeiro semestre.

Na análise da Comscore, os investimentos digitais a partir do panorama da América Latina revelam que a maioria dos países da região apresentou tendências ascendentes na subcategoria de investimentos em relação a alcance.

Os destaques vão para Colômbia e Argentina, países que registram um crescimento de mais de 100% em investimentos digitais entre novembro de 2020 e fevereiro de 2021.

O Brasil já está estudando para construir à sua própria moeda digital, visando no futuro facilitar as transações financeiras e promover mais transparência para as transações realizadas pela moeda da união.

O Uso da tecnologia no mercado financeiro

O uso de novas tecnologias no mercado financeiro pode impactar todos os aspectos do serviço: melhora sua eficiência, aumenta a velocidade de ação e fornece uma melhor experiência ao cliente.

De fato, sua implementação traz um leque de novas perspectivas, como o acesso aprofundado à dados, a possibilidade de personalizar serviços e de direcionar abordagens de venda ou up-sell.

Tudo isso ajudou empresas como as fintechs e techfins a ganharem espaço e se destacarem no mercado em relação às instituições tradicionais (bancos).

Na verdade, de acordo com um estudo da EY, entre 2015 e 2019 houve um boom de 64% de empresas do tipo.

Após 2020 e ano pandêmico, uma das características mais admiradas em empresas é a sua capacidade de adotar uma metodologia ágil para lidar com as turbulências de um mercado em desrupção.

Você já se perguntou se o seu negócio possui essa característica? Ou se algum parceiro comercial capacita sua operação desse modo?

É justamente nesse ponto que as novas empresas do mercado financeiro que se aproveitam da tecnologia, da desburocratização, da flexibilização do acesso a crédito e do uso de dados, triunfam.

Afinal, elas conseguem incorporar uma melhor proposição de valor em cada recurso de seus produtos.

De maneira ativa, a tecnologia (que serve tanto como começo, meio e fim), as ajuda a entender o cenário global do seu consumidor, as demandas de seu mercado, e podem apoiar a inovação contínua.

Esses são os fundamentos para transformar sua operação.

Conclusão do artigo

A transformação digital trouxe à tona tendências do mercado financeiro que já se traduzem em inovações incríveis. O mercado tem se mostrado volátil e já podemos enxergar mudanças consideráveis de como a tecnologia tem facilitado o acesso ao crédito e à gestão financeira.

No entanto, para que as organizações acompanhem esse movimento, é hora de repensar sua relação com o que até então era o tradicional.

Redação de LbS

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