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Resumo Semanal: Explorações da Fortinet, Clipjack da RedLine, Quebra de NTLM, Ataque ao Copilot e Mais

Resumo semanal: explorações da fortinet, clipjack da redLine, quebra de NTLM, ataque ao copilot e mais

A semana foi marcada por incidentes críticos de segurança, reforçando que o cenário de ameaças continua evoluindo em velocidade acelerada. Vulnerabilidades exploradas ativamente, novas técnicas de malware, falhas em protocolos legados e até ataques direcionados a soluções de IA corporativa mostram que nenhuma camada da infraestrutura digital está imune.

Neste resumo semanal de cibersegurança, reunimos os principais acontecimentos que impactaram empresas, provedores de serviços, ambientes corporativos e times de segurança — com foco em contexto, impacto real e lições práticas.

Explorações ativas em dispositivos Fortinet

Falhas em produtos da Fortinet, amplamente utilizados como firewalls e gateways corporativos, voltaram ao centro das atenções.

O que aconteceu

  • Vulnerabilidades conhecidas passaram a ser exploradas ativamente
  • Ataques miraram dispositivos expostos à internet
  • Em alguns casos, mesmo sistemas desatualizados há meses foram comprometidos

Impacto

  • Acesso inicial à rede
  • Execução remota de código
  • Persistência para ataques posteriores (ransomware, espionagem, botnets)

Lição principal

Os Firewalls não são imunes a falhas. Quando vulneráveis, eles se tornam o ponto de entrada mais valioso para atacantes.

Atualização, segmentação e monitoramento contínuo são obrigatórios.

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Clipjack: nova técnica do malware RedLine

O infostealer RedLine, já conhecido por roubar credenciais, adicionou uma técnica chamada Clipjack, elevando seu potencial de dano.

Como funciona

  • O malware monitora a área de transferência (clipboard)
  • Substitui dados copiados pelo usuário, como:
    • Endereços de criptomoedas
    • Credenciais
    • Tokens e chaves sensíveis

Por que isso é perigoso?

  • O usuário não percebe a alteração
  • Não depende de phishing clássico
  • Bypass de muitas soluções de segurança tradicionais

Lição principal

Infostealers evoluíram de “roubo passivo” para manipulação ativa do comportamento do usuário.

Resumo Semanal: Explorações da Fortinet, Clipjack da RedLine, Quebra de NTLM, Ataque ao Copilot e Mais
Resumo Semanal: Explorações da Fortinet, Clipjack da RedLine, Quebra de NTLM, Ataque ao Copilot e Mais

Quebra prática do NTLM: o risco de protocolos legados

O protocolo NTLM, ainda amplamente usado em ambientes Windows corporativos, voltou a ser explorado como vetor de ataque.

O problema

  • NTLM é antigo e frágil
  • Permite:
    • Relay attacks
    • Captura de hashes
    • Escalonamento lateral

O que vimos nesta semana

  • Demonstrações práticas de exploração
  • Ataques aproveitando má configuração
  • Ambientes híbridos especialmente vulneráveis

Lição principal

Protocolos legados não falham sozinhos — falham porque continuam sendo usados.

Migrar para Kerberos, MFA e autenticação moderna deixou de ser opcional.

Ataques mirando o Microsoft Copilot

A IA corporativa entrou definitivamente no radar dos atacantes.

O que aconteceu

Pesquisadores e criminosos demonstraram como:

  • Induzir vazamento de dados via prompts maliciosos
  • Explorar permissões excessivas
  • Abusar de integrações com dados corporativos

Por que isso importa?

O Copilot acessa:

  • E-mails
  • Documentos internos
  • Chats
  • Repositórios corporativos

Um ataque bem-sucedido pode causar vazamento massivo de informações sensíveis.

Lição principal

IA corporativa precisa de:

  • Governança
  • Controle de acesso
  • Monitoramento
  • Segurança por design

O padrão por trás dos ataques da semana

Apesar de diferentes vetores, há pontos em comum:

  • Exploração de sistemas expostos
  • Abuso de confiança implícita
  • Dependência excessiva de tecnologias antigas
  • Falta de camadas de defesa
  • Pouca visibilidade do ambiente

Isso reforça um princípio básico da segurança moderna:

Não confie em um único controle.

O que empresas devem fazer agora

1. Atualizações imediatas

  • Patches de firewalls e appliances
  • Correções de sistemas expostos

 2. Revisão de autenticação

  • Eliminar NTLM sempre que possível
  • Implementar MFA
  • Revisar permissões

3. Monitoramento de comportamento

  • Detectar alterações suspeitas
  • Observar anomalias de uso

4. Segurança para IA

  • Políticas claras de uso
  • Limites de acesso
  • Auditoria contínua

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Por que acompanhar resumos semanais de segurança?

Porque:

  • Ataques evoluem rápido
  • Falhas se tornam exploráveis em dias
  • Antecipação reduz impacto
  • Informação é vantagem competitiva

Empresas que monitoram o cenário reagem antes — não depois.

O resumo desta semana deixa claro que nenhuma camada está fora do alcance dos atacantes — firewalls, protocolos de autenticação, malware tradicional e até soluções de IA corporativa estão sendo exploradas.

A diferença entre ser vítima ou resiliente está em:

  • Atualização constante
  • Arquitetura em camadas
  • Visibilidade
  • Infraestrutura confiável

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